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As barragens deixam as praias sem areia.
Esta pode ser a nova realidade do nosso litoral.

"Novas Paisagens" são obra do

GEOTA para defender rios livres!

É provável que, nos últimos dias, tenha visto algum dos polémicos outdoors nas praias de Espinho e da Costa da Caparica com a mensagem “Quer ver um(a) Espinho/ Caparica diferente?” e a imagem de uma possível marina, em 3D, divulgada com a marca “Novas Paisagens”.

Após toda a polémica e discussão que decorreu nas redes sociais, gerando uma grande onda de curiosidade, hoje finalmente revelamos que estes outdoors fazem parte de uma campanha GEOTA com o objetivo de alertar os cidadãos para um assunto tão importante, mas ainda pouco falado, no nosso país: o facto de as barragens contribuírem para a retenção de sedimentos, deixando as praias sem areia."

OS POLÉMICOS OUTDOORS

 
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QUER VER

UMA CAPARICA

DIFERENTE?

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QUER VER

UM ESPINHO

DIFERENTE?

Felizmente, os projetos da Caparica e de Espinho são fictícios.

A iniciativa faz parte da campanha Novas Paisagens, idealizada pelo projeto “Rios Livres” do GEOTA - Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente, com a intenção de alertar para um assunto tão importante, mas ainda pouco falado, no nosso país: os impactes das barragens.

Mas em breve, esta pode ser a realidade
de muitas das praias portuguesas.

A REVELAÇÃO

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OS IMPACTES DAS BARRAGENS

O que muita gente não sabe...

é que as barragens dificultam, ou até mesmo impedem, o transporte de areia para as praias, fazendo com que o efeito possa ser sentido a centenas de quilómetros. Sim, uma barragem no interior do país pode ser responsável pelo desaparecimento da sua praia. E sem as areias que deviam estar a alimentar as nossas praias, estamos ainda mais desprotegidos face à subida do nível do mar causado pelas alterações climáticas.

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Entre tantos outros impactes
sociais e ambientais,

as grandes barragens ainda deslocam populações, inundam e invalidam a utilização dos terrenos mais férteis para agricultura, impedem a livre circulação de águas e areias, destroem ecossistemas, e criam barreiras à passagem de lobos, linces, raposas, vários peixes nativos, e colocam em causa a sobrevivência de várias outras espécies.

Além disso,

todos os anos são investidos milhões de euros a reconstruir praias e dunas, bem como paredões e outras estruturas pesadas para proteger localidades inteiras que já se encontram ameaçadas pelo avanço do mar. Cimentar a nossa costa com marinas e outras estruturas em betão como resposta à perda de praias não é solução.

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Se projetos como o da Caparica e de Espinho podem ser polémicos, porque é que as mais de 8 mil barreiras existentes nos rios de Portugal, muitas delas obsoletas, não geram discussão?

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Ajude a criar a primeira lei em Portugal para a criação de Reservas Naturais de Rios Livres.

“Rios Livres” é um projeto do GEOTA – Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente que tem como missão preservar os rios selvagens em Portugal e alertar para a importância social, ambiental e económica dos ecossistemas ribeirinhos.

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O GEOTA – Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente é uma Organização Não-Governamental de Ambiente (ONGA) de âmbito nacional, com estatuto de Utilidade Pública. Constituiu-se legalmente em 1986, mas a sua existência enquanto grupo de reflexão e educação na área do ambiente remonta a 1981.

O GEOTA tem como missão a defesa do ambiente e a promoção do desenvolvimento sustentável, segundo as vertentes da educação, da informação, da formação profissional, da reflexão e intervenção política, da cooperação para o desenvolvimento e da realização de ações para a resolução de problemas ambientais específicos.

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